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Archive for the ‘Cinelândia’ Category

Por aí…

 

A Capital ganha um novo Festival! Brasília, que já conta com o ”Cena Contemporânea” (Festival Internacional de Teatro), com o  festival de música que é o FIB-Festival Internacional de Inverno de Brasília, o Festival Internacional Nova Dança e o FIC (Festival Internacional de Cinema de Brasília, que acontece no Cine Brasília), agora ganha o BIFF (Brasília International Film Festival -Festival Internacional de Cinema de Brasília).

A primeira edição deste Festival acontece em JULHO, do dia 13 ao dia 22.  Foi feita uma seleção da melhores produções dos festivais de Sundance (EUA), Berlim (Alemanha), Cannes (França), San Sebatian (Espanha) e Veneza (Itália) para serem exibidos no evento. Totalizando 12 longas na mostra competitiva e 42 títulos exibidos em mostras paralelas de grande relevância.

O evento contará com a presença de Anna Karina, atriz da década de 60 musa de Jean Luc Godard, que virá ao Brasil para receber uma homenagem no festival e também como diretora geral do evento.

O BIFF acontecerá nas salas do Cine Cultura Liberty Mall e no Museu Nacional da República.

 

PROGRAMAÇÃO:

MOSTRA COMPETITIVA – 12 longas-metragens, com premiação de melhor filme, melhor diretor, melhor roteiro original, melhor ator e melhor atriz.

MOSTRA INFANTIL DE FILMES DE ANIMAÇÃO – 6 filmes (curadoria de Luciana Druzina)

O NOVO CINEMA EUROPEU – 6 filmes –  Filmes da nova geração de cineastas europeus

PANORAMA ÁFRICA – 6 filmes – O cinema africano contemporâneo

INDEPENDENTES AMERICANOS – 6 filmes – Os novos filmes independentes dos EUA

RETROSPECTIVA ANNA KARINA – 6 filmes

SUBTERRÂNEOS – 6 Filmes experimentais

 

Para mais informações acesse o site do evento: www.biffestival.com

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Por aí…

Um fato que animou minha vida durante alguns bons minutos: saber que Alice Braga estará no novo filme de Walter Salles, Na Estrada. Não porque ela é uma grande atriz, porque não é, mas porque ela, entre poucas atrizes dessa idade, tem esse quê de ‘nua na rua’, sabe? Uma coisa meio vanguarda sem a cafonice do discurso. Num filme como este, deste grande diretor (Central do BrasilDiários de Motocicleta), baseado nesta grande obra- (dizem, eu nunca li, mas na versão que tenho tem uma frase do Bob Dylan na capa dizendo “este livro marcou minha vida”, então eu tenho certeza que algo de interessante o livro tem) -prima do movimento Beat, já consigo imaginar Alice Braga numa beira de estrada, meio suja, pedindo carona. Será?

 

Um fato que não me animou tanto foi saber que Kristen Stewart, da saga dos vampiros, é protagonista. Essa menina está em todos agora. Outro dia ouvi dizer que cogitaram a possibilidade dela interpretar Patti Smith no filme de sua biografia. OI? Enfim. Amy Adams, Viggo Mortensen, Kirsten Dunst, Garrett Hedlund, Sam Riley, Tom Sturridge, Danny Morgan, Elisabeth Moss, entre outros. 

 

De acordo com a Wikipédia, o projeto do filme foi feito pelo Francis Ford Copolla na década de 80 e só efetivado agora, neste ano em que vos falo. É um filme de estrada, como o próprio nome já diz, mas é a dose alta de liberdade que nos faz querer assisti-lo. Ou isso ou o trailer engana bem: 

 

Em Brasília o filme ainda não estreou, mas sei que entrará logo logo em cartaz no Cine Cultura Liberty Mall – o novo cinecult da cidade. Boa sessão!

Por: Klarah Lobato

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Por aí…

Não é só de “Os Vingadores” que vive o cinema atual. O Festival de Cannes, no sul da França, começa hoje com a ideia de mostrar pela 65ª vez que, se o evento não é a melhor vitrine cinematográfica do mundo, pelo menos tenta.

Neste ano, o Brasil é representado por Walter Salles. O diretor chega à sua terceira indicação à Palma de Ouro – prêmio para o melhor filme – com “Na Estrada”, baseado no livro “On The Road”, de Jack Kerouac.

O cineasta carioca já havia sido indicado por “Linha de Passe” (2008) e “Diários de Motocicleta” (2004). O longa tem no elenco Garrett Hedlund (“Tron”) e Kristen Stewart (da saga Crepúsculo).

ANNES – Existe uma vocação para o risco no sangue dos Coppola. Foi ela que impulsionou o filho mais velho do diretor Francis Ford Coppola, Roman, de 47 anos, a tomar a dianteira na produção de “Na estrada” (“On the road”), filme que pode render a Palma de Ouro ao carioca Walter Salles. Sua exibição acontece na próxima quarta-feira no 65º Festival de Cannes. Menos conhecido no cinema do que sua irmã, Sofia, diretora de “Encontros e desencontros” (2003), Roman, também cineasta, foi um dos poucos a emplacar dois filmes de uma só vez na Croisette em 2012, estando ambos em concurso.

http://www.mariafilo.com.br/blog/?p=20817

http://www.mariafilo.com.br/blog/?p=21214

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Por aí…

Por aí…

Delicatéssen: 1 iguarias finas, petiscos; 2 casa comercial em que se vendem estas iguarias. – Significado encontrado no Dicionário Houaiss da língua portuguesa.

Apesar do significado de seu título, o filme de Jean-Pierre Jeunet (mesmo diretor de O fabuloso destino de Amélie Poulain, 2001) em parceria com Marc Caro não fala de culinária, gastronomia ou qualquer atividade que envolvesse comida, simplesmente. Na capa do filme vê-se uma imagem de um porco num fundo laranja-quente e a seguinte frase: “Uma comédia diferente de todas que você já viu.”, e esta diz a mais pura verdade – se é uma comédia, definitivamente o público não rirá de piadas convencionais.

O fato é que ao assisti-lo, Delicatessen se apresenta como uma junção de diversos gêneros, entre eles a comédia de humor negro, o romance, o drama e, se observarmos sob diferentes perspectivas, o filme se filia também ao gênero político-social, pela maneira como retrata os limites das relações entre pessoas de uma comunidade onde a comida é escassa.

Louison, o protagonista, é um ex-palhaço de circo atraído por um anúncio de emprego no jornal por suas habilidades em serviços gerais de manutenção para um edifício inóspito e decadente. Neste, moram alguns destes personagens cujas fisionomias ridículas e desesperadas ajudam a concretizar a bizarrice do ambiente como, por exemplo, o açougueiro assassino e principal responsável pela distribuição de comida; Julie, sua filha míope; Aurore, uma senhora obcecada pelo suicídio que nunca consegue efetivá-lo; Marcel, um pai de família desempregado, entre outros. O que Louison vai descobrir no decorrer do filme é que seu destino é virar refeição para os moradores do prédio, com excessão de Julie, seu par romântico na trama, que ajuda o palhaço a escapar das armadilhas de seu pai e dos outros habitantes da pensão para capturá-lo.

Mais a frente da própria construção dos personagens, muito bem trabalhada nos detalhes, foram usadas técnicas para distorcê-los, alterando seu tamanho real. Como exemplo estão as cenas onde o açougueiro aparece e este se encontra bem maior que os outros personagens também presentes.

Lançado em 1991, o primeiro longa da dupla de diretores franceses nos introduz num universo fantástico onde o tempo e o espaço numa dimensão macro (cidade) em que se passa não é conhecido. A escala de cores vai desde o amarelo queimado até o vermelho mais fechado com certo brilho dourado que perpassa todo filme dando uma leve sensação de sonho; independente do que aconteça e, independente do quão surpreendentes sejam estes fatos, vamos todos, em breve, acordar.

Além das cores quentes que logo nos remetem ao sujo, velho e enferrujado, a cenografia carregada de uma mistura de expressionismo alemão, por conta de suas linhas retas e sombras exageradas, com aquele velho estilo francês – e por estilo francês eu, leiga no assunto, quero dizer tudo aquilo em que reconheço o estilo de vida Amélie Poulain e, neste caso, em muitas cenas – de montar uma casa com móveis antigos e vestir os personagens com roupas de brechó diferenciam, num ótimo sentido, esta direção de arte das que o público brasileiro em geral é acostumado a ver nos cinemas. A televisão, que a todo tempo transmite imagens mais antigas do que a imagem do filme em si, deixa claro o contraste entre dois mundos: o presente e o que não existe mais, rompendo a coerência da ambientação e, assim, mostrando a relação tempo-espaço cada vez mais peculiar aos olhos do espectador.

Ao contrário do que os poucos diálogos do roteiro de Jeunet, Caro e Gilles Adrien sugerem, Delicatessen não é um filme silencioso, pelo menos não em minha opinião. Colocando em voga a expressividade cênica do longa, qualquer ruído, barulho ou som ganha destaque em cena e se transforma em música, isso quando não atravessa a linha imaginária entre trilha sonora e dramaturgia e acaba por se transformar em fio condutor da narrativa. É impossível não reconhecer a importância da música original de Carlos D’Alessio na construção de um ambiente esquisito, bizarro, engraçado, apaixonante e primordialmente denso.

A cinematografia de Darius Khondji e a montagem de Herve Schneid em conjunção com um roteiro inteligente e ótimas atuações mostram que, no cinema, nem todo espaço precisa ser dimensionado, nem todo tempo preciso ser contado, e toda estória, por mais surreal que pareça, pode construir sua lógica e sentido próprios com muita eficácia.

por: Klarah Lobato

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Hoje a gente apresenta mais uma ”colunista” nova aqui do blog. É a Klarah Lobato, estudante de artes cênicas, que vai escrever no ”Por aí’, sessão que vai falar sobre tudo que tá rolando por aí desde teatro, cinema, artes, exposições, mostras e programações culturais em geral!

Já já tem post dela!

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Tendências de corte para 2011

Tá enjoada do seu corte de cabelo? Selecionamos os cortes, penteados e cores que serão mais usados em 2011.

Em 2010 as tranças tomaram conta das madeixas, agora os coques altíssimos do tipo “amarrei só pra tomar banho” virão acompanhados delas novamente, bagunçadas por baixo ou nas laterais.

Aliás, o estilo bagunçado continua com força total. A novidade é o amarrado com nó duplo, para quem tem os cabelos médios ou compridos.

No alto verão 2010 os lencinhos apareceram amarrados com nó de várias maneiras. Na próxima estação eles vêm mais fortes e lindos nos coques altos.

As famosas franjinhas estilo vintage voltaram em 2007, depois deram uma rápida trégua e agora voltam mais uma vez. Desta vez ela vem longa (varrendo a parte superior dos olhos, de preferência).  Nos estilos: bagunçada neo-boêmio e anos 60 com o cabelo comprido com leves ondulações.

O curto vem com coloração em degradê (uma variação da famosa “californiana”), finalizando mais claro que a raiz e com um ondulado leve e solto nas pontas.

Um dos cortes mais falados de 2010 foi o de Emma Watson. Curtíssimo com franja mínima na testa. Em 2011, esse corte vem com algumas variações.

O corte “coloquei uma cumbuquinha e cortei” é uma variação desse estilo mega curto. A editora da VOGUE turca, Konca Aykan, é adepta. Outra opção que fez muito sucesso foi o corte da atriz Carey Mulligan.

Uma opção de cor para os cabelos desta temporada é o whitespiration. Platinada! Aliás, não se assuste com a ambigüidade, essa tendência vai entrar totalmente platinada, mas as raízes escuras também serão bem vindas.  O descolorido total trás uma idéia mais punk tem que saber segurar o estilo. As raízes escuras facilitam a manutenção e se misturam com a tendência de mais de um tom no cabelo.


O vermelho mais natural também será usado, mas a maior tendência de cor para 2011 será: MUDE! Isso mesmo, basta mudar. Fazer um mix das tendências de cortes, adaptar os penteados e simplesmente mudar a cor do cabelo, seja para loiro descolorido, pontas mais claras ou ruivo.


ENTÃO,

MUDE!

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Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

Oba! Vai começar o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro! A 43ª edição inicia na terça feira agora no dia 23 de novembro  e vai até a outra terça dia 30 de novembro. A mostra de filmes acontece no Cine Brasília e apresenta longas, curtas 35mm e curtas digitais. produzidos no Brasil no ano de 2009. Quem quiser pode participar também de seminários  e encontros relacionados ao cinema (programação aqui).


Programação diária

Vale a pena conferir!

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